domingo, 9 de março de 2014

CULTNE - RJTV 1988 - Centenário da Abolição (+playlist)

Ser!

Não invento nada, apenas me apresento na presença de uma esperança!
Ser ouvido.
Ser visto.
Ser convivido.
Vi muitas rodadas.
Vivi uma capacitação.
Onde desde menino, sou capaz!
Não ser a roda.
Não precisa ser atropelado, por ela, não é?
Onde tenho, segurança para isso?
Como posso mudar isso?
Quem pode me ajudar, acessível?
Sem me vincular partido!
Sem...
Com a degradação...
Matando...
Colhendo... Os frutos de meu trabalho.
Sem trabalhar onde sou falho.
Sem me respaldar em abrigo.
Sem salvaguardar-me a ordem.
Ser uma conspiração de espíritos...
Ser qualquer lugar que eu durmo...
Ser o segundo...
Onde sendo todos os dias.
Sou uma fortuna em investimentos e esclarecimentos!
Sou a própria multiplicação sem ÉNEM.
Sou a criação de uma Escola...
Sou a certeza da superação...
Sou a eleição e o aflito
Sou o desejo da carne...
Sou a venda do semelhante, sanguíneo.
Sou propriedade de irmãos
Que não me vem, irmanado...
Sou a outra face...
Mas não sou uma qualificação, MECanica.
Sou a mudança do substantivo...
Sou pioneiro... Deste tempo.
Onde não me faço em abrigo. 

Fazendo a mesma coisa 
Mas sendo a cadeira cativa...
Nunca abandonada pelo imortal,
Abolicionista Machado de Assis.
Culturalmente autodidata.
 
Continuamente esquecido,
não são as leis que pesam, o orçamento, a ideologia, a moral e os costumes!
É a economia que se faz em não investir, onde caminho...
Minha família.
Minha Previdência Social.
Minha Reparação.
Quem tem direitos, não luta, não reconhece...
É por que a televisão, personifica a aparência de quem vende!
Mais não apresenta as pessoas!
As suas próprias culturas...
As cidades em oposição.
E o local que muda...
Não são as estruturas.
São pessoas sem a Ciência e o aprofundamento cientifico do quê que é?
É economia.
Não me é familiar!
ENEM investimento>>>>>>>
Caminho irregular.

Fazendo aeroporto de mosquitos,
Pois não posso lutar, por direitos!
Tenho que viver de centavos...

Onde minha mulher nos faz previdência...
Sem proteção
Sem indulgencias
Só trabalho,
Onde posso pagar o que não devo.
Qualificar!
Ser.


Rodolfo Sant'Ana Abreu.      










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